Capítulo 20. Now that I must try to leave it all behind
Notas da Autora: Hey pessoas!
Novo capítulo de Sweet Nightmare! *--------*
Demorou mais surgiu! E nesse eu estava inspirada pra contar a história de vida da Emilie. Espero que vocês gostem, e por favor, comentem porque sou uma autora ansiosa e louca; afinal, eu escrevo essa fic, né? hahahahaha'
Beijitoos *3*
P.S.: Qualquer erro, só avisar nos comentários, ok meus lindos?
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Todos encaravam Emilie. A garota,
encolhida e amparada pelo braço da Kerli, enrolava uma mecha de seus cabelos
ruivos entre os dedos, tentando controlar seu nervosismo e suas mãos trêmulas.
Seus olhos estavam fixos em suas unhas do pé – pintadas de roxo metálico – e nos
hematomas que começavam a desaparecer de seu corpo, graças aos seus poderes de
cura, deixando um tom amarelado em sua pele branca.
- Lilie, - James se aproximou dela,
retirando a mão esquerda dela do cabelo e apertando-a levemente – Nós estamos
tentando entender a história, mas está difícil. Se você não se sentir mal,
poderia contar desde o começo sua relação com o Andrea Ferro e como ele foi
parar no corpo do Matt?
- Jimmy... – ela olhou para ele,
observando todos os outros na sala atrás dele. Dando uma longa olhada para sua
amiga ao seu lado, Emilie sentiu-se um pouco protegida, porém, não totalmente
confiante para falar.
– Tudo bem, eu conto.
- Não faça isso com você, Lilie! –
Kerli conhecia a garota. Entendia como ela era perturbada por esses fantasmas,
e sabia que quanto mais ela falava nisso, mais triste ficava.
- Eu preciso contar pra eles, Kel! Se
vamos enfrentar ele, eles tem que saber com o que estão lidando!
- Deixa ela falar logo, pequena. –
Brian tocou o braço de Kerli lentamente, fazendo sinal com a cabeça indicando
James. Ela lembrou da pequena “paixonite” do Jimmy pela amiga, então abraçou o
namorado e deixou o outro rapaz envolver Emilie com seus braços longos e
desajeitados.
- Sem pressa, Emilie, pode falar ao seu
tempo. – Johnny falou encostado ao armário.
- Então, eu vou falar. – Ela encostou-se
no peito do baterista, tentando afundar seu rosto na camiseta dele. – Tudo começou
em 2000, quando fui à um festival de rock, buscando novos estilos musicais.
Acabei conhecendo a banda Lacuna Coil, na qual o Andrea era vocalista. Depois
dos shows, fui ao backstage e conversei com várias pessoas, mas toda hora que
eu falava com alguém, meus olhos se voltavam para o canto em que o Andrea
estava.
- Vai dizer que a Emile Autumn Liddell se
apaixonou a primeira vista? – Zacky ironizou
e tomou um pescotapa de Brian – Tá, parei!
- Não Zachary, mas na hora, foi o que
me pareceu. Depois de tentar ignorá-lo, e perceber que não conseguia mais, fui
até ele, que me recebeu sorrindo. – Emilie engoliu em seco ao lembrar do
sorriso sarcástico e safado que Andrea lhe lançara aquele dia, mas continuou a
falar – Ele me falou sobre suas origens: italiano, 27 anos na época, sua banda
estava na estrada há 5 anos. Ele se interessou pela minha história, e me apoiou
na minha idéia de seguir minha carreira musical. Um mês depois, nós estávamos
namorando. No nosso aniversário de um ano de namoro, ele me revelou que era um
demônio. Imaginem que na época, eu ainda não tinha poderes, nem entendia isso.
Andrea me explicou que ele me levou até sua direção naquela noite, com seus
poderes mentais. Ele também me disse que sentia poderes grandiosos emanando em
mim, e que seríamos perfeito juntos. Ela parou a história. Sentia nojo de
lembrar de como reagiu pacificamente a toda essa história. Andrea era estranho,
mas a seduzia de tal modo que ela sentia necessidade de ficar perto dele o
tempo todo.
- Então, em 2003, meu primeiro álbum
saiu. Seguimos em turnê juntos, não ousava me separar dele de jeito nenhum. Até
que, em 2005, eu presenciei um de seus assassinatos.
- Assassinatos? Emile, essa parte da
história eu não conhecia! – Kerli se manifestou, e Emilie enfiou seu rosto na
camisa de James com mais força, tentando esconder-se dos olhares acusadores.
- Entendam, eu não queria ver pessoas
morrendo, mas não conseguia deixar o Andrea! – Ela começou a chorar, seus
cabelos ruivos colando na face, escondendo-a mais. - Ele tinha uma obsessão: torturar pessoas
mentalmente e matá-las em seguida. Quando vi a Kerli e o Syn se contorcendo no
chão hoje cedo, e vi o sorriso de Matt, me lembrei do Andrea, e por isso os
salvei. Não tinha associado os dois, não até uns momentos atrás. Mas voltando a
história, na primeira vez que Andrea matou, uma linda garota loira, na minha
frente, quis chamar a polícia. Ele me torturou, me fez esconder o corpo dela no
armário do hotel, depois de arrombar um quarto vazio. Ele me controlava. Fiquei
com medo dele depois disso, e não podia mais deixá-lo.
- Emilie, acalme-se, você está tremendo
muito. – Jimmy tirou os cabelos dela do rosto, - O que você podia fazer sem
poderes e contra um demônio? Impossível!
- Eu não sei, Jimmy! Eu devia morrer,
mas não podia deixá-lo fazer mais isso! Só que Andrea apoiava minha carreira, e
me torturava mentalmente, me acusando de cúmplice de assassinato, como se eu
quisesse fazer aquelas coisas! – Sullivan segurou Emilie contra seu corpo,
parecendo niná-la. – Ele me forçava a fazer sexo com ele, e era algo mecânico e
agressivo. Aquilo me tornou uma pessoa fria, e egocêntrica, em busca do meu
próprio prazer e da felicidade do Andrea. Passei a aceitar suas investidas, e a
ser apenas um objeto das vontades dele. E então, em maio de 2006, resolvi
inovar. Não sentia mais o toque do controle dele na minha mente. Esperei-o no
quarto, não vestia nada. No meio da transa, comecei a transformação. Eu sentia
meus poderes fluindo, mas não tinha controle. Ele começou a gritar, pedir
socorro, e eu não podia fazer nada, apenas chorava. Andrea me amaldiçoava,
gritava meu nome me chamando de assassina, até que morreu. Vi seus olhos
vidrados me encarando, mas ainda não tinha controle dos meus atos. A súcubus
ainda me dominava e bebia o sangue dele com vontade. Quando pude voltar ao
normal, ele estava ali, seco, os olhos fixos no teto, sem nenhum fio de vida.
EU O MATEI! Era isso que eu queria, eu já não o amava mais! Mas Andrea era
humano também, e não merecia um final tão macabro.
- Lilie, Lilie – Kerli tocou seu braço –
Ele faria coisa pior com você, pudemos ver isso esta noite. E o que aconteceu
depois?
- O que você já sabe: me filmaram
saindo do quarto, e me tornei procurada por assassinato. Fundei o instituto e
me escondi aqui. Larguei minha vida musical, e me dediquei aos Plague Rats.
Você surgiu na minha vida e fundou a Moonchild Academy.
Todos ficaram em silêncio. Ninguém
sabia tanto sobre a vida de Emilie.
- E como ele parou no Matt?
-
Não sei! Mas o Andrea conhecia magia negra. Só sei que, depois daquela noite
que quase matei o Matt, algo mudou.
-
Então, quer dizer que...
-
Isso mesmo, Kerli. Depois daquela noite, uma porta foi aberta, e Andrea
atravessou-a.
-
ISSO QUER DIZER QUE O MATT MORREU? - Zacky cruzou os braços sentindo-os arrepiados.
-
Não Zacky. O Matt está aprisionado naquele corpo, afinal, seus poderes de incubus ainda existem, senão, ele estaria morto depois de tentar transar
comigo.
-
Então quer dizer que... – Brian se manifestou. – Ele tem os poderes do Incubus
do Matt?
-
Do Incubus e do demônio do Matt. Andrea tem o dobro de força demoníaca agora.
Nós não temos chance de vencê-lo, a menos que...
-
A menos que o que? - Kerli sentia repulsa depois de descobrir que havia dormido com um serial killer, não com um cantor famoso e que a desejava.
-
A menos que comecemos uma guerra. E esse será nosso fim.
...
Ai que macabro to com medo! rs
ResponderExcluirNão qro ver ninguem morrer não hein, so qro o doidão fora do corpinho seduzente do Shadows. Que vida sofrida essa da Emillie, isso explica muita coisa e até fikei comdó de verdade.
Espero que tudo de certo no final. gosto de histórias assim, porem não aprecio muito violência ,mortes macabras, cruzes ta amarrado, rs
Mas ok, ó euo aki comentando até no blog. o/ Me deixa revolts o povo num vir comentar tmb, eu hein PREGUIÇAAAAA
AnnaKaneswaran xx.
Hahaha, sempre achei o Andrea Ferro meio macabro mesmo, sabe?
ExcluirO personagem dele não podia ser diferente!
Até pensei em outros, mas como a Emilie é meio peculiar, achei interessante ser ele.
Que bom que você está gostando da fic, Anna!
Verei se posto logo amanhã o capítulo que fiz hj/que preciso revisar. Mas logo logo tá vindo ai!
Beijitoos
Lluvy Hauss